Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Março, 2009

Dela e de mim

Se por um lado moça de vestido, ingênua, viçosa, arteira, romântica...
Doutro, mulher destemida, perigosa, seca, fatal...
A distancia entra cada uma não é nada mais que um fio de cabelo
Loiro, ruivo ou moreno?
De pouco serve...
Não importa a cor, nem o tom, se é longo ou se é curto, a sua verdade jamais irá mudar...
Seu doce perigo nunca desaparecerá
Silêncio!
Realidades e sentimentos, razões e sofrimentos
Tão próximos e tão distantes
Num’alma tão pura tão meiga
Menina, o que fez de ti, mulher!?
Não é capaz de viver sem se entregar?
És tão intensa
Não sabe a medida certa do que é certo
Para ti remédio e veneno indiferem
Assim como tu
Moça, Mulher...
Só quem te conhece verdadeiramente sabe
Não és nada disso
Não tens nada de fatal, não tens nada de boba
Simplesmente menina, sofrida, vivida...
Palavras não servem para ti Aurélio não te conheceu, tens significado próprio Tuas palavras, tuas histórias, tua vida...
Teu roteiro tu mesma escreves
E eu? Aqui!
Perdi-me em ti
Teu olhar, tua boca, teu mel, teu fel
Conheço-m…

Começo, meio, fim, e o mais importante... recomeço!

Quando me disseram que a vida de universitário seria difícil, eu não quis acreditar, imaginei mais que fosse esse tipo de história que os veteranos contam pra por medo nos calouros, como eu, quando diziam todos os contras e os prós de uma universidade pública, em minha mentalidade imatura, pensei que estes últimos não eram suficientemente convincentes para superar os primeiros, mas com o tempo a gente acaba percebendo que um "UF" vale mais que muita coisa, mas esse não é o foco principal (agora).
Pra ser honesto creio que a história deve ser narrada desde o início, pelos menos do início que realmente valha a pena contar... 2008 foi meu último ano na escola, um momento onde se destacam dois tipos de alunos, aqueles que querem aproveitar ao máximo o momento, e aqueles que não vêem a hora de tudo acabar, e eu? como sempre revesava entre as duas vertentes. Em meio a tudo isso um fantasma se aproximava cada vez mais, o vestibular, se bem que pior do que a prova em si era a idéia …

Revira e volta!

Mais uma vez...
Se fosse quantar por quantas vezes não abri e fechei um blog, um fotolog, ou qualquer outra coisa do tipo, não haveriam números suficientes para contar. Antes de tudo quero deixar bem claro, não sou escritor, não sou poeta, sou uma pessoa repleta de idéias absurdas e insanas que anseiam uma brecha na minha tola consciencia para extravasar toda a angústia e emoção que se acumulam na dura rotina que é viver.
Minha vida está longe de ser um conto de fadas, não tenho belas histórias pra contar, mas também não relato tragédias, pra ser sincero não tenho história alguma, não tenho relatos, mas mesmo assim mais uma vez me atrevo a mergulhar nesse mundo cheio de liberdade, onde não se tem papas na língua, nesse espaço, eu posso ser eu mesmo, nesse espaço eu posso encontrar uma saída, um cano de escape pras angústias de uma metamorfose ambulante.
Definindo-me por outrem a metamorfose mais autentica de todas, a instabilidade mais carismatica, e é isso que se seguirá de agora em dia…