Pular para o conteúdo principal

Mais além

Chega de multimulher, chega de superheróis, lobos, lagartixas, formigas e pulgões. O egoísmo volta a bater à porta, não vamos exagerar tanto, eu só estou querendo falar de mim (mais ainda) novamente, e sem falar que essa história de "saga" não dá certo, o brilho fica pra trás, só porque o primeiro foi sucesso em críticas, o segundo não poderia ser igual, até que foi, mas minha alma de artista, de poeta, de qualquer coisa não se satisfez, acho digno então mudar o foco daqui em diante, esse blog não se tornará uma espécie de "os mutantes", não vou transformá-lo em eu-CriaDoMundo: A saga da multimulher, até porque quem está por trás de tudo isso, sou eu, e creia... muito longe de ser multi qualquer coisa, longe de ser até multiuso.
Todo dia me pergunto, o que postar hoje, nunca tenho nada de produtivo, nenhuma história inusitada, às vezes possuo algumas produções independentes, creio que nada que valha reconhecimento, porém os outros gostam, e isso é bom, isso é deveras muito bom. Mas o instinto criativo nem sempre me acompanha, afinal inspiração não é como feijão, não tem todo dia, é algo que vem que vai, e pra voltar demora interminaveis momentos, dias, horas, segundos, não importa o quanto mas pra quem cria qualquer momento sem a companhia da fabulosa inspiração pode ser fatal. Hoje digamos que é um desses dias, até que no começo deste post algo ainda me restava, mas como eu vivo declarando, sou homem, não tenho a capacidade de realizar mais de uma ação simultaneamente, é difícil confessar, mas é a mais pura verdade, não é novidade pra ninguém essa deficiencia do mundo masculino.
Não sei se é perceptivel, mas volta e meia me perco em palavras, não sei o que falo, meu pensamento é uma bagunça organizada, assim como toda a minha vida, mas esse post realmente é necessário? Sim, é necessário, pessoal estou de viagem, algum dia eu volto. Calma não se apavorem, tudo bem, volto no domingo, bem provavel que com um bom acervo para publicação, logo saberão porque.
Agora meus dedos digitam freneticamente e minha máquina mental já dá sinais de exaustão, é chegada a hora de partir.

Comentários

  1. Me alegra tanto saber que saberei o motivo pro seu bom acervo de domingo!
    :*

    ResponderExcluir
  2. Vc parou de falar de mim!
    Fico tristemete feliz!
    Hushuasuashasuh...
    ;)

    Amo muito!
    ;*

    Saudadeeess!
    ^^

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Há tudo a perder. Sincericide-se

Postagens mais visitadas deste blog

Mônica

Hoje foi não foi um dia fácil, corri meio sem rumo, desacreditado, honrando compromissos que não pareciam se encaixar, seguindo o fluxo, deixando me levar. Fiz mais do que pude, falei mais do que sei, o tal peso da vida adulta. Já passa das 11, poderia escrever que estou sentado num sofá de couro, as luzes da cidade sobre mim, uma taça de vinho repousando sobre minhas pernas, uma fotografia perfeita para textos perfeitos. Mas minhas polaroides são borradas. Estou rencostado meio de lado, as costas doem, virei chácaras de café, relutante em dormir por essa noite, e te encontrar outra vez. Não vou mentir das vezes que pensei em você, das muitas vezes que meu coração saltou garganta afora ou ver seu nome cintilando no vidro fosco, e todo o circo que armei tentando agradar. Eu não sei onde quero chegar. Existe uma vida antes e outras dez depois de nós, ainda assim você não sai do meu sentimento. Ah, piegas, coisa de escritor romântico, que busca palavras bonitas para o ser amado. Coisa n…

Começo, meio, fim, e o mais importante... recomeço!

Quando me disseram que a vida de universitário seria difícil, eu não quis acreditar, imaginei mais que fosse esse tipo de história que os veteranos contam pra por medo nos calouros, como eu, quando diziam todos os contras e os prós de uma universidade pública, em minha mentalidade imatura, pensei que estes últimos não eram suficientemente convincentes para superar os primeiros, mas com o tempo a gente acaba percebendo que um "UF" vale mais que muita coisa, mas esse não é o foco principal (agora).
Pra ser honesto creio que a história deve ser narrada desde o início, pelos menos do início que realmente valha a pena contar... 2008 foi meu último ano na escola, um momento onde se destacam dois tipos de alunos, aqueles que querem aproveitar ao máximo o momento, e aqueles que não vêem a hora de tudo acabar, e eu? como sempre revesava entre as duas vertentes. Em meio a tudo isso um fantasma se aproximava cada vez mais, o vestibular, se bem que pior do que a prova em si era a idéia …

Metonímias e Aliterações

Passeio pelas estações ouvindo grunhidos repetitivos semi nocivos, até que me pego cantarolando trechos de uma música qualquer daquela dupla pop que ninguém lembra o nome, o rosto, ou a poesia, não que fizesse alguma diferença. Hoje eu acordei olhei no espelho e não me vi. Horas a fio, o celular ferve por entre as mãos, silencioso e inquieto. Ensaiei centenas de maneiras de dizer um simples Hello, i want you let me jump in your play, mas me perdoe se eu não sei jogar, ou se talvez o saiba além das regras que insisto em (não) quebrar. Um joguinho é até divertido quando você está por perto. Penso que irei dobrá-lo, deixar me bater, vamos lá, querido, fique mais um pouco. I'll get him hot, show him what I've got. Revezo em encarar aqueles olhos, desejar aquela boca, e decifrar todos os teoremas fundamentais do universo. E daí que minh'alma segue num loop involuntário, divagando em diferentes infinitos... 
I need a hit, baby gimme it, it's dangerous I'm loving it, balb…