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Um salto ao fim do mundo

Depois de algum tempo resolvi voltar, voltar para onde nunca deveria ter saído. E não sei muito bem se fiz bem, em sair ou voltar, não sei. Como sempre, ou como nunca não sei. Se vou ficar, ainda é cedo pra dizer, é cedo, é tarde, é tudo tão tanto faz.


De verdade, nunca me considerei uma pessoa muito normal, de um tempo pra cá então, cada vez mais delirante, é normal? Não! Talvez seja até a intenção, fugir da normalidade, ser marginal, o outro lado sempre parece mais interessante, e mais errado, ah se houvesse coragem.


Medo, é o que há, medo de experimentar, medo de mudar, medo de, afinal medo de que? Não há, houve. E eu sei que você percebe mais que eu, vê além, alguém que me conhece melhor que eu mesmo, não é muito difícil quando se conhece até mesmo os segredos que cismo em esconder, de você, dele, dela, de nós.


Sem saída, é como me sinto, estranhamente, porque todas as portas estão abertas, mas ainda não sei o que fazer, o tempo está acabando, não sei o que vai acontecer, o tic tac do relógio incessante, contínuo, frequente, não pára, não pára.


E tudo que havia escrito, se apagou.

Comentários

  1. Tudo sempre se apaga... A luz acabou de apagar!

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  2. mas é assim que a gente vive, nesse eterno transitar... andar em círculos... sem certezas precisas. afinal, nada mais sem graça que as certezas, né?

    keep going, amore. \o/

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  3. Muitas vezes é melhor ser diferente, sair do normal, deixar o medo de lado e tentar ousar mais e aproveitar a vida!
    Parabens pelo blog!
    se quiser, acesse o meu http://artegrotesca.blogspot.com

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Há tudo a perder. Sincericide-se

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